1. Introdução

Em qualquer estudo que envolva coleta de dados — seja sobre a qualidade da água, a quantidade de espécies em uma área de preservação ou a variação de temperatura ao longo do tempo — é comum reunir um grande número de informações. Para que esses dados possam ser analisados e interpretados de forma eficiente, é necessário organizá-los de maneira sistemática.[br][br]Nesse contexto, o conceito de [b]frequência[/b] desempenha um papel fundamental. A frequência indica [b]quantas vezes um determinado valor ou categoria aparece em um conjunto de dados[/b], permitindo transformar informações brutas em representações organizadas e compreensíveis.[br][br]Por meio da distribuição de frequências, torna-se possível [b]identificar padrões, tendências e comportamentos dos fenômenos estudados[/b], facilitando a interpretação e a tomada de decisões baseadas em evidências. Assim, compreender os diferentes tipos de frequência é o primeiro passo para realizar uma análise estatística clara, objetiva e útil no campo ambiental.
[b]Exemplo Base: Medição da Turbidez da Água em Diferentes Pontos de um Rio[/b][br][br]Durante uma atividade de monitoramento ambiental, alunos do curso técnico em Meio Ambiente realizaram a coleta de amostras de água em 20 pontos diferentes de um rio.[br][br]Cada amostra foi analisada em laboratório para determinar o [b]nível de turbidez[/b] (em unidades de NTU – [i]Nephelometric Turbidity Units[/i]).[br][br]Os resultados coletado foram registrados na planilha:
Com base nesses dados, será possível construir e analisar:[br][list][*]a [b]frequência absoluta (f)[/b] – número de ocorrências em cada faixa;[br][/*][*]a [b]frequência relativa (fr)[/b] – proporção de cada faixa em relação ao total de amostras;[/*][*]a [b]frequência acumulada (Fac)[/b] – soma progressiva das frequências absolutas;[/*][*]a [b]frequência relativa acumulada (Frac)[/b] – soma das frequências relativas, em proporções ou percentuais.[/*][/list]

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