Quando estudamos o movimento de uma massa presa a uma mola, percebemos que existe uma troca constante entre duas formas de energia:[br][list][*]energia cinética, ligada à velocidade do corpo;[/*][*]energia potencial elástica, armazenada na mola quando ela está esticada ou comprimida.[/*][/list][br]Essas duas parcelas somam a energia mecânica total do sistema.[br][br]A energia cinética pode ser escrita como:[br][center][math]E_c=\frac{m\cdot v^2}{2}[/math][/center]e a energia potencial elástica como:[br][center][math]E_p=\frac{k\cdot x^2}{2}[/math][/center]sendo [math]m[/math] é a massa, [math]v[/math] a velocidade, [math]k[/math] a constante da mola e [math]x[/math] o deslocamento em relação à posição de equilíbrio.[br][br]No movimento harmônico simples, conforme o corpo oscila, a energia vai “mudando de forma”: ora está mais na forma cinética, ora mais na forma potencial.[br][list][*]Na posição de equilíbrio: a velocidade é máxima → toda a energia é cinética;[/*][*]Nos extremos da oscilação: a velocidade é nula e a mola está deformada → toda a energia é potencial elástica;[/*][*]Entre esses pontos: há uma mistura das duas energias.[/*][/list][br]Esse processo acontece de maneira periódica e contínua, sem perda de energia. A soma das duas energias é sempre constante:[br][center][math]E_M=\frac{k\cdot A^2}{2}[/math][/center]sendo A é a amplitude da oscilação.[br][br]Na animação abaixo, é possível acompanhar o movimento oscilatório ao mesmo tempo em que os gráficos das energias são construídos. Assim, torna-se mais fácil perceber o balanço entre energia cinética e energia potencial: quando uma cresce, a outra diminui, mas a soma das duas permanece constante.